A Desvalorização Docente no Brasil: Entre a Missão Social e o Desgaste Profissional
DOI:
https://doi.org/10.69807/2966-0785.2025.226Palavras-chave:
professores, desvalorização,, sobrecargaResumo
O presente artigo discute a desvalorização do trabalho docente no Brasil, analisando como expectativas sociais, condições de trabalho precárias e políticas educacionais pouco efetivas contribuem para o desgaste físico e emocional dos professores.
Parte-se da tese de que a crescente sobrecarga atribuída à figura do professor que passa a desempenhar funções que extrapolam sua formação reforça a crise educacional e compromete o direito à aprendizagem.
A partir de autores como Paulo Freire, Maurice Tardif, António Nóvoa, José Carlos Libâneo e Miguel Arroyo, busca-se compreender as raízes desse problema e defender a urgência de políticas que restituam o papel pedagógico e a autoridade profissional docente.
Referências
Arroyo, M. G. (2014). Ofício de Mestre: Imagens e Autoimagens. Petrópolis: Vozes.
Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra.
Libâneo, J. C. (2012). Didática. São Paulo: Cortez.
Maslach, C. (2001). The Truth About Burnout. San Francisco: Jossey-Bass.
Nóvoa, A. (2009). Professores: Imagens do Futuro Presente. Lisboa: Educa.
Tardif, M. (2002). Saberes Docentes e Formação Profissional. Petrópolis: Vozes.
Tardif, M. (2014). A Condição Docente. Petrópolis: Vozes.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 REVISTA ACADÊMICA DA LUSOFONIA

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.